quinta-feira, 23 de junho de 2011

A poesia fotográfica do Mosso.

                                                 Telma Castilho

A poesia fotográfica do Mosso.

                                                              Telma Castilho

A poesia fotográfica do Mosso.

                                                       Telma Castilho

Charles Bukowski

                                                       Edward Weston 


A diferença entre a Arte e a Vida é que a Arte é mais suportável.

Charles Bukoski

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ouvindo Agora e Muito: Penélope Cruz(Estrella Morente) singing Volver (flamenco version of a ta...

Charles Chaplin


A vida ainda não me ensinou a dizer adeus ás pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração.
Me ensinou a sorrir ás pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam.
Fazer de conta que tudo esta bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar.
Calar-me para ouvir.
Aprender com meus erros, afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças.
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas.
Ouvir a todos que só precisam desabafar.
Amar aos que me machucam.
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão.
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor.
A pedir perdão.
A acordar para a realidade.
A aproveitar cada instante de felicidade.
A chorar de saudade.
A sentir a dor do adeus.
Me ensinou e esta me ensinado a aproveitar o presente e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.”

Charles Chaplin

Todos os dias.


As horas passam.
O tempo sempre foi meu inimigo.
Joga contra.
Eu não sei mais o que pensar.
O que sentir.
Escrevo com o andar dos ponteiros meu futuro.
E não gosto do que escrevo.
Decisões que não quero para mim.
Estou escrevendo um futuro de encomenda,
Não o que eu escolhi.
O escrevo reticente, com dor e procuro entender que na vida nosso roteiro não pode ser decidido sozinho, que outros interagem neste roteiro e ás vezes não podemos escolher.
Essas escolhas não são minhas.
E sou tão teimosa, tão relutante! Forçam-me a acreditar
Que o amor não existe, um axioma absurdo!
Mas escrevendo essas linhas arrastadas e dolorosas e
Buscando em cada milésimo de segundo que passa que no próximo minuto meu roteiro mude.
Na dureza das palavras que um dia foram doces e somente para mim, escuto no martelar dos minutos o que tenho que escrever: que o amor não existira mais em minha vida.
Decisões que não escolhi.
Mas procuro pensar que tenho que respeitar o direito das
Outras pessoas em não me quererem mais em suas vidas,
Apesar da certeza do amor mais puro e inesgotável que dei,
Se foi pouco, se não serviu...
Minha mãe, meus irmãos, alguns amigos e hoje...
Decisões que não escolhi.
E o relógio me conta que mais um segundo se passou
Depois disto...