Conheci uma mulher especial neste final de semana.
Uma mulher forte.
Como sempre as pessoas sentem em mim uma atração irresistível
Em falar de si.
As pessoas confiam em mim. É louco isso.
Mas eu sei dar muito valor a esta confiança.
Como sempre escuto atentamente, avalio os gestos, as tonalidades de voz, o poder de cada confissão.
E bebo esta confissão com gratidão por tê-la merecido em poucas horas, ou em um sorriso sincero.
O mais impressionante de tudo é que a mulher em questão e digo mulher por causa da sua força e não simplesmente pessoa, se mostrou a mim: frágil...
Pois é, a vida já me bateu demais para que eu aprende-se a ver a força na fragilidade. Ela chorou, contou suas dúvidas, seus medos, a alegria por seus filhos, de um convite especial para andar na praia, enfim, acredito que contou quase tudo... mas me contou o suficiente para que eu me senti-se responsável por minhas palavras.
E como sempre eu passei esperança, força, fé e determinação.
E sei que obtive sucesso. Ela ficou leve, veio logo depois àquela aflição: “mas por que estou te dizendo tudo isso?”...
Porque tinha que ser dito e um anjo soprou em seus ouvidos que ela poderia confiar em mim. (Confiança esta que continua intacta aqui, preservado neste texto as denominações).
Entre outras coisas que disse a ela a que tenho certeza que mais a tocou foi:
“Vou te contar uma coisa que nem mesmo vc sabe, mas eu já sei de vc:
Vc é forte! O fio condutor da sua vida esta em suas mãos, valorize isto.”
O mais incrível desta história é que como podem as pessoas desconhecidas confiarem em mim e os que são para mim os mais caros, as pessoas que mais amo, as mais importantes: não confiam.
Armadinhas da vida, um sarcasmo do comportamento humano digno de Wood Allen.

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