Que o tempo morno
não derreta o que restou de poesia.
Que o languido
não nutra com seu fino e viscoso liquido
a última ampola
apontada para o peito.
Ando na corda
bamba entre o poeta e o sábio.
O poeta vê a
beleza das coisas, sonha e tem esperanças...
O sábio, este simplesmente
sabe demais e saber demais dói com a exatidão da lógica, com a frieza do raciocínio
letal.
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