sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

INGMAR BERGMAN


“Em toda minha vida rezei só uma vez, implorando:
Me use, faça o que quiser de mim. Mas Deus nunca compreendeu que escravo tão forte e dedicado tinha em mim.
Por isso minha vida foi sem utilidade. Mas também é mentira.
Nós caminhamos, passo a passo, em direção as trevas.
A única verdade existente é esse movimento”

“Meu desejo foi sempre ter uma faca, um gume que pusesse á vista minhas vísceras, libertasse meu cérebro, meu coração.
Que me libertasse do que tenho aqui dentro,
Cortasse minha língua e meu sexo. Uma lâmina afiada que raspasse minha impureza.
Então aquilo a que chamamos espírito se libertaria deste cadáver sem significado.”

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