O que
eu tenho para lhe dizer no dia de hoje?
Ah, já lhe disse em todos esses anos, e o que são
anos para o amor?
Podem
ser seis, seis meses, seis horas, seis minutos, seis anos...
O amor
é uma conta que nunca fecha.
Não
julgo insinceros os abraços que recebe, mas cuidei tanto de ti que sei,pressinto,
(ou apenas devaneio) e é com essa
certeza que me armo com as armas de Jorge, de Ana , de João ou Teresa e te defendo. Para mim é um
corte muito profundo te ver chorar, assim sendo quando chupo meu sangue é de
você que retiro todo o veneno..
Ah, a
verdade, tão tosca ou rasa, que parece piegas, parece montar-se, mentir-se,
fica ali na roda de pessoas, apenas sorrindo, analisando gestos, olhares, nada
diz, não se expõe... mas sabe de tudo. Maldita singela verdade: te amo ainda...
O meu
presente a você neste ano é o que eu gostaria de ter ganhado no meu aniversário
deste e de outros anos, um presente assim: meio beijo, meio perfume de sexo, meio
poema, meio prosa e declaração, mas um presente forte e certo: seu amor.
O
outro motivo deste pequeno e tão importante texto é para que você não corra o
risco
de esquecer-se que não me esquece, não porque eu não deixe, não porque eu não
corra
esse risco, não porque hoje é segunda feira, só por que é amor dos bons, sendo
assim fica na caixa das memórias favoritas, aquela que todo santo dia você abre
para se certificar que tudo esta lá, que eu ainda existo e, porra, “ainda” te
amo.
Por essas e outras e as mesmas palavras me deseje
boa viagem, prometo mandar postais e fotografias, e sorrir as pessoas, e as
olhar dentro dos olhos e te procurar em todas elas...
Fica
bem, meu amor. Eu não volto. Pois nunca saí de dentro de ti.

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