sábado, 5 de maio de 2012

Memória Emotiva. ( A minha maninha Anica.)


D. Dolores no gol, sempre segurando todas!

Não gosto. Algo se tranca em mim. Fico arredia. Bicho acuado.
Não gosto quando quebram as coisas por raiva.
Não é pelo valor financeiro ou sentimental do objeto, também não é por apego material.
Dói por que remete a uma memória emotiva triste, ruim, de brigas.
Foi assim na casa de meus pais, dos meus irmãos e na minha.
As pessoas não entendem o pânico que se instala pelo simples gesto do objeto levantado em direção ao chão, dá medo e dor, o peito fica apertado e o choro vem.
Ah, como seria bom termos mais memórias emotivas boas para trocar do que ruins... 
É aquela conta de amor que nunca fecha os momentos ruins, os momentos bons, mas viver e amar é isto afinal, o amor é feito também de momentos ruins, por vezes são estes momentos quer fortalecem o amor, ou deveria ser assim, mas o ser humano...
Mas que tal fazer esse exercício importante para o nosso coração: vamos lembrar as memórias emotivas boas que preenchem nossa vida.
Algumas me brotam instantaneamente e já sinto a alma sorrindo.
Vai essa pra você, maninha: nossa irmã molhada, ou melhor, ensopada por ter sido arrastada no rio pelo cachorro, nosso pai fazendo troça do nervoso da mamãe quando ela jogou um prato de comida nele, o medo que senti de te perder quando o desvairado do seu namorado (naquele momento) te segurou no colo para fora da varanda do prédio....
A vocês, boa viajem, talvez se surpreendam com tantas boas memórias emotivas.

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