As borboletas voltam a meu estomago.
Minha mente volta a pensar freneticamente.
O passo fica preciso.
A língua solta... Sem medo das bobagens que direi.
Sinto o corpo esperançoso e jovem!
Os cheiros... Ah os cheiros voltaram! Como me fizeram falta!
E aquele gosto tão relembrado nos sonhos... nas noites insones...
Ah que delicia indescritível.
O gosto que só eu sinto e que só eu sei decifrar:
O gosto da tua língua na minha.

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