“Sigo então...
De peito aberto a quebrar as pedras que plantei no caminho
Por baixo um imenso mar...
Que me naufrague o amor em suas lágrimas de sal.
A resignação sem valor de cada palavra...
Já não dita: Sentida.
E todos os sentidos já embriagados pela magoa tua.
De peito aberto a quebrar as pedras que plantei no caminho
Por baixo um imenso mar...
Que me naufrague o amor em suas lágrimas de sal.
A resignação sem valor de cada palavra...
Já não dita: Sentida.
E todos os sentidos já embriagados pela magoa tua.
Inundam-me tantos pensamentos quanto possíveis a um naufrago...
Se o mar terá razão? Não sei...
Antes não fosse ao mar cruel e nem lhe desafia-se as ondas...
Antes não fosse ao mar cruel e nem lhe desafia-se as ondas...
Quanta fortaleza ainda resta em mim?
Não sei...
Não sei...
Ao longe se vê o castelo.
A porta aberta, não faz muito sentido.
Já não espero o melhor, mas ainda não vou saindo.
Logo avisto uma princesa em sua torre enclausurada.
A porta aberta, não faz muito sentido.
Já não espero o melhor, mas ainda não vou saindo.
Logo avisto uma princesa em sua torre enclausurada.
Que, a me ver do alto me atira flores e pedras.
As pétalas fazem carinho sobre a face que agora sangra de teu ultimo arremesso...
As pétalas fazem carinho sobre a face que agora sangra de teu ultimo arremesso...
Não atiro-lhe mais as pedras em retorno.
Já não grito. Calo...
Já não grito. Calo...
Se eu pudesse me aproximar! E tirar-lhe todas as pedras...
Vou esperar que jogues todas as pedras.
Sei que não erraras ao lançar e por certo cada pedra me causara uma ferida, uma dor, uma escara...
E quando em fim as pedras acabarem, desce de tua torre
Sei que não erraras ao lançar e por certo cada pedra me causara uma ferida, uma dor, uma escara...
E quando em fim as pedras acabarem, desce de tua torre
E vê o que restou.”

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